quinta-feira, 30 de janeiro de 2025

FIGURAS TÍPICAS NA PRAÇA DO COMÉRCIO

 Praça do Comércio, em Lisboa, nos anos 60. No parque de estacionamento podem admirar-se figuras típicas daquela época. O Volkswagen Carocha da PSP, o célebre "creme Nivea, o táxi Mercedes 180D, a lambreta de caixa fechada dos CTT, a lavadeira de Caneças, o amolador e o vendedor de gelados Olá. Mais atrás, perto do Arco da Rua Augusta, o autocarro AEC Regent.da Carris, de dois andares, e o eléctrico em forma de caixote com atrelado. Pintura em acrílico 50 cms x 40 cms.

A Praça do Comércio e ícones de Lisboa nos anos 60

quarta-feira, 29 de janeiro de 2025

RUA do ALECRIM, em LISBOA, ANOS 60

 Em meados do século XVIII, a iluminação nocturna nas principais cidades europeias  era já uma realidade, alumiando-se Paris a partir de 1765. Só passados quinze anos, e por especial empenho de Pina Manique, intendente geral da Polícia, Lisboa seguiria, finalmente, o exemplo quando no dia 17 de Dezembro de 1780, por ocasião do aniversário da rainha D. Maria I, as principais ruas da capital foram iluminadas com 774 candeeiros de azeite – no Rossio, rua Augusta, praça dos Leilões, rua Direita do Arsenal, praça do Sodré, Ribeira Nova, praça de S.Paulo, rua Direita dos Remolares e rua Nova del Rei.O sistema de iluminação era operado por um grupo de cem homens que apenas acendiam os lampiões nas 17 noites mais escuras do mês. O azeite provinha da contribuição mensal dos moradores, que consistia num quartilho de azeite doce de qualidade inferior, e também do produto das oliveiras que para esse efeito foram plantadas nas bermas da estrada real e em caminhos do termo de Lisboa. Pintura de candeeiro típico de Lisboa, nos anos 60 do século XX, na Rua do Alecrim. Acrílico sobre tela 50 cms x 40 cms. 


Candeeiro típico de Lisboa, na Rua do Alecrim, nos anos 60. 

terça-feira, 28 de janeiro de 2025

JARDIM PRÍNCIPE REAL - LISBOA 60`s

 O Jardim França Borges, assim designado em homenagem ao jornalista republicano do mesmo nome, é também conhecido por Jardim do Príncipe Real.Inspirado no modelo romântico inglês, é de destacar o monumental e secular "cedro-do-Buçaco", ex-libris do jardim com mais de 20 metros, e os palacetes envolventes, testemunhos da Lisboa romântica do séc. XIX. É também desta época o Reservatório da Patriarcal  construído no seu subsolo, pertencente ao Museu da Água da EPAL. Pintura em acrílico sobre tela: 50 cms x 40 cms. 

Jardim do Príncepe Real e os transportes públicos

segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

PRAÇA DO COMÉRCIO- LISBOA ANOS 60's

 Obra de referência da reconstrução pombalina, delineada no plano de Eugénio dos Santos e Carlos Mardel, veio dar continuidade ao primitivo Terreiro do Paço, que, à época dos Descobrimentos (séculos XV e XVI), era o centro da vida dos lisboetas e a principal saída da cidade para o mar. Pintura em acrílico sobre tela. 50 cms x 40 cms. 


A Praça do Comércio e os transportes públicos dos anos 60 em Lisboa

domingo, 26 de janeiro de 2025

Barcos do Rio Tejo - Lisboa 60's

Varino. O seu nome parece ter origem nos “ovarinos”, embarcações típicas de Ovar. era um barco extremamente elegante e cuidadosamente decorado. Tinha o aspecto de uma grande bateira de duas proas, com a de vante muito acentuada e dentada encimada por uma cabeleira ou borla. Armava um estai e pano latino num mastro muito inclinado para trás.Tal como a fragata, também era de casco bojudo, mas mais elegante e sem quilha. Possuía duas cobertas com anteparas, porão com paneiros e ainda bordas falsas para um melhor acondicionamento da carga que transpotava no Tejo e seus afluentes até Abrantes e em certas altura até mais longe. Pintura em acrílico sobre tela 50 cms x 40 cms.

Os barcos de transporte chamados varinos 

sábado, 25 de janeiro de 2025

ELEVADOR DO LAVRA - LISBOA 60's

 O Elevador do Lavra, que faz a ligação entre o Largo da Anunciada e a Travessa do Forno do Torel ou a Rua Câmara Pestana, através da Calçada do Lavra, é o mais antigo ascensor de Lisboa. Construído pela Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa, foi inaugurado oficialmente em 1884, devendo o seu nome ao Palácio Lavra, com o qual faz esquina.Trata-se de um equipamento de transporte urbano constituído por 2 carros, ligados por um cabo subterrâneo, que sobem e descem alternada e simultaneamente ao longo de 2 vias paralelas de carris de ferro. Movido, inicialmente, por sistema hidráulico constituído por cremalheira e contrapeso de água, passou, mais tarde, a locomover-se a vapor, tendo conhecido, finalmente, em 1915, a sua total eletrificação. Em 1926 tornou-se propriedade da Companhia Carris de Ferro de Lisboa. Pintura da minha autoria em acrílico sobre tela de 50 cms x 40 cms. 


Os dois veículos do Elevador do Lavra.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2025

ELEVADOR DA GLÓRIA E ARDINA

Construído pelo engenheiro português Raoul Mesnier De Ponsard, foi inaugurado em 24 de Outubro de 1885, constituindo-se no segundo do género implantado na cidade por iniciativa da Nova Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa. O sistema de tração original era de cremalheira e cabo equilibrado por contrapeso de água, passando mais tarde a ser a vapor. Em setembro de 1915 passou a ser movido por electricidade. Até finais do século XIX, durante as viagens noturnas a iluminação dentro da cabine era feita com velas. Nesta pintura da minha autoria inclui, igualmente, o ardina, a figura típica dos vendedores de jornais, quando a maioria deles se situava no Bairro Alto e a corrida de dezenas deles, de sacolas às costa se fazia pela rampa do Elevador da Glória. Obra em acrílico sobre tela. 

 O Elevador da Glória e o ardina, dois ícones de Lisboa


AUTOCARRO "AEC REGENT" NA PONTE SOBRE O TEJO

Um autocarro de dois pisos AEC Regent a atravessar na Ponte Sobre o Tejo, pouco depois da sua inauguação em Agosto de 1966. Com mau tempo e,...