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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

PADRÃO DOS DESCOBRIMENTOS - LISBOA


 Da autoria do arquiteto Cottinelli Telmo (1897 – 1948) e do escultor Leopoldo de Almeida (1898 – 1975), o Padrão dos Descobrimentos foi erguido pela primeira vez em 1940, de forma efémera e integrado na Exposição do Mundo Português. Construído em materiais perecíveis, possuía uma leve estrutura de ferro e cimento, sendo a composição escultórica moldada em estafe (mistura de espécies de gesso e estopa, consolidada por armação ou gradeamento de madeira ou ferro).

Em 1960, por ocasião das comemorações dos 500 anos da morte do Infante D. Henrique, o Padrão é reconstruído em betão e cantaria de pedra rosal de Leiria, e as esculturas em cantaria de calcário de Sintra. Em 1985 é inaugurado como Centro Cultural das Descobertas. O arquitecto Fernando Ramalho remodelou o interior, dotando o Padrão de um miradouro, auditório e salas de exposições.

Uma caravela estilizada faz-se ao mar, levando à proa o Infante D. Henrique e alguns dos protagonistas (32) da expansão ultramarina e da cultura da época, navegadores, cartógrafos, guerreiros, evangelizadores, cronistas e artistas, são retratados com os símbolos que os individualizam.

Um mastro estilizado, com orientação Norte – Sul, tem em cada uma das faces dois escudos portugueses, com cinco quinas, envolvidos por faixa com 12 castelos e ao centro várias flores-de-lis. Adossadas ao mastro, três estruturas triangulares, curvas, dão a ilusão de velas enfunadas pelo vento.

A face norte é formada por dois gigantes de cantaria, onde se veem inscrições em letras metálicas:

No lado esquerdo, sobre uma âncora:Ao Infante D. Henrique e aos portugueses que se fizeram ao mar. 

No lado oposto, sobre uma coroa de louros: No V centenário do Infante. 

Ao centro um lanço de nove degraus dá acesso a um átrio com vista para toda a zona que circunda o Padrão. Um segundo lanço de cinco escadas, um portal com arco de volta perfeita e uma moldura formada pelas aduelas, dá acesso ao interior do monumento.

O Monumento é ladeado por duas esferas armilares em metal, sobre duas plataformas paralelepipédicas.

Características técnicas:

Altura – 56m; Largura – 20m; Comprimento – 46m; Fundações – 20m
Figura central (Infante) – 9m Figuras laterais (32) – 7m

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025

SINALEIRO NOS RESTAURADORES - Lisboa 60´s

 Polícia sinaleiro na Praça dos Restauradores, Lisboa, no tempo em que os eléctricos para Benfica e para o Jardim Zoológico passava por aquela artéria. Além do (ainda) famoso eléctrico amarelo, está um autocarro AEC Regent, de apenas um piso, ao serviço da Carris. Pintura em acrílico sobre tela. Medidas: 50 cms x 40 cms. 


Polícia sinaleiro nos Restauradores

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

ELÉCTRICO, ENGRAXADOR e "CÉGUINHO" DA CONCERTINA

 A figura do engraxador já teve mais relevância do que hoje, com a sua caixa de trabalho repleta de graxas, escovas e panos e às vezes com um banco para algum cliente menos equlibrista para aguentar uns tantos minutos só com um pé no chão e perna dobrada como um flamingo. Os engraxadores ocupavam sítios estratégicos, como os Restauradores, o Chiado, o Cais do Sodré, ou eram nómadas de esplanada em esplanada à espera de um cliente que desse brilho ao calçado enquando lia o jornal e tomava a bica. Não raras vezes, havia os célebres "céguinhos" de concertina nas mãos, dando música a transeuntes apressados e esperando que uma bem-vinda moeda entrasse no seu mealheiro. Pintura em acrílico sobre tela. 50 cms x 40 cms. 

Engraxador, "ceguinho" e o tradicional eléctrico em pano de fundo.


domingo, 9 de fevereiro de 2025

CASTELO, AUTOCARRO, MARCO CORREIO, CABINE TELEFÓNICA

 Vários ícones de Lisboa reunidos numa sõ pintura. O imponente Castelo de S. Jorge, conquistado aos Moutros em 1147, o incomparável autocarro AEC Regent, dois pisos, de 1950, o marco do correio tão característico, de cor vermelha vivo para se descortinar nos dias mais sombrios e a cabina telefónica, onde tão encontros e desencontros, boas e más notícias, foram dadas ou recebidas. Pintura em acrílico sobre tela 50 cms x 40 cms. 

Lisboa movimentada nos anos 60

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

ELEVADOR da GLÓRIA da BAIXA ao BAIRRO ALTO

 O Elevador da Glória é um famoso elevador localizado em Lisboa, Portugal. Inaugurado em 1885, liga a parte baixa da cidade, à colina do do Bairro Alto. É um exemplo icónico da arquitetura estrutural de ascensores do século XIX em Lisboa e foi projectado para ajudar a facilitar o transporte de pessoas e mercadorias em um terreno acidentado. Originalmente foi projetado como um sistema de tração a vapor, mas atualmente utiliza tecnologia elétrica.

Chegada ao Bairro Alto do Elevador da Glória

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025

TÁXI MERCEDES-BENZ 180 D em LISBOA 60's

 O Mercedes Matateu um símbolo de Lisboa Mercedes Benz 180 D 1961. Até 1942, os táxis não se distinguiam exteriormente dos restantes automóveis. Através da portaria n.º 10 273 de 3 de dezembro de 1942, ficou estabelecido que os táxis e os restantes automóveis de aluguer passariam a ostentar um distintivo identificativo exterior, que seria pintado nas portas laterais dianteiras. Este distintivo consistia num hexágono alongado de fundo branco com as letras na cor da pintura do carro. No caso dos táxis, o distintivo dispunha da inscrição "taxi" e no caso dos restantes automóveis de aluguer dispunha da inscrição "A". Este distintivo hexagonal tornou-se no símbolo mais característicos dos táxis portugueses.Em 1961, data a primeira portaria acerca da pintura dos carros de praça portugueses, que estabelece o preto (parte de baixo) e verde-mar (parte de cima) explicando a escolha por ser de fácil identificação". Pintura em acrílico sobre tela 40 cms x 50 cms. 

Táxi Mercedes-Benz 180 D no Marquês de Pombal
 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

OS ELÉCTRICOS DE LISBOA

 Os primeiros "eléctricos" começaram a operar em Lisboa em 1873. O sistema evoluiu ao longo das décadas, adaptando-se às mudanças na cidade. Os "eléctricos" são geralmente de cor amarela e têm um design vintage que remete a uma época passada. O "28"" em particular, é famoso por passar por muitos pontos turísticos, tal como o "12" e o "24". Pintura em acrílico sobre tela 50 cms x 40 cms. 


O "Eléctrico" do Carmo para a Praça do Chile.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2025

FIGURAS TÍPICAS NA PRAÇA DO COMÉRCIO

 Praça do Comércio, em Lisboa, nos anos 60. No parque de estacionamento podem admirar-se figuras típicas daquela época. O Volkswagen Carocha da PSP, o célebre "creme Nivea, o táxi Mercedes 180D, a lambreta de caixa fechada dos CTT, a lavadeira de Caneças, o amolador e o vendedor de gelados Olá. Mais atrás, perto do Arco da Rua Augusta, o autocarro AEC Regent.da Carris, de dois andares, e o eléctrico em forma de caixote com atrelado. Pintura em acrílico 50 cms x 40 cms.

A Praça do Comércio e ícones de Lisboa nos anos 60

quarta-feira, 29 de janeiro de 2025

RUA do ALECRIM, em LISBOA, ANOS 60

 Em meados do século XVIII, a iluminação nocturna nas principais cidades europeias  era já uma realidade, alumiando-se Paris a partir de 1765. Só passados quinze anos, e por especial empenho de Pina Manique, intendente geral da Polícia, Lisboa seguiria, finalmente, o exemplo quando no dia 17 de Dezembro de 1780, por ocasião do aniversário da rainha D. Maria I, as principais ruas da capital foram iluminadas com 774 candeeiros de azeite – no Rossio, rua Augusta, praça dos Leilões, rua Direita do Arsenal, praça do Sodré, Ribeira Nova, praça de S.Paulo, rua Direita dos Remolares e rua Nova del Rei.O sistema de iluminação era operado por um grupo de cem homens que apenas acendiam os lampiões nas 17 noites mais escuras do mês. O azeite provinha da contribuição mensal dos moradores, que consistia num quartilho de azeite doce de qualidade inferior, e também do produto das oliveiras que para esse efeito foram plantadas nas bermas da estrada real e em caminhos do termo de Lisboa. Pintura de candeeiro típico de Lisboa, nos anos 60 do século XX, na Rua do Alecrim. Acrílico sobre tela 50 cms x 40 cms. 


Candeeiro típico de Lisboa, na Rua do Alecrim, nos anos 60. 

domingo, 26 de janeiro de 2025

Barcos do Rio Tejo - Lisboa 60's

Varino. O seu nome parece ter origem nos “ovarinos”, embarcações típicas de Ovar. era um barco extremamente elegante e cuidadosamente decorado. Tinha o aspecto de uma grande bateira de duas proas, com a de vante muito acentuada e dentada encimada por uma cabeleira ou borla. Armava um estai e pano latino num mastro muito inclinado para trás.Tal como a fragata, também era de casco bojudo, mas mais elegante e sem quilha. Possuía duas cobertas com anteparas, porão com paneiros e ainda bordas falsas para um melhor acondicionamento da carga que transpotava no Tejo e seus afluentes até Abrantes e em certas altura até mais longe. Pintura em acrílico sobre tela 50 cms x 40 cms.

Os barcos de transporte chamados varinos 

sábado, 25 de janeiro de 2025

ELEVADOR DO LAVRA - LISBOA 60's

 O Elevador do Lavra, que faz a ligação entre o Largo da Anunciada e a Travessa do Forno do Torel ou a Rua Câmara Pestana, através da Calçada do Lavra, é o mais antigo ascensor de Lisboa. Construído pela Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa, foi inaugurado oficialmente em 1884, devendo o seu nome ao Palácio Lavra, com o qual faz esquina.Trata-se de um equipamento de transporte urbano constituído por 2 carros, ligados por um cabo subterrâneo, que sobem e descem alternada e simultaneamente ao longo de 2 vias paralelas de carris de ferro. Movido, inicialmente, por sistema hidráulico constituído por cremalheira e contrapeso de água, passou, mais tarde, a locomover-se a vapor, tendo conhecido, finalmente, em 1915, a sua total eletrificação. Em 1926 tornou-se propriedade da Companhia Carris de Ferro de Lisboa. Pintura da minha autoria em acrílico sobre tela de 50 cms x 40 cms. 


Os dois veículos do Elevador do Lavra.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2025

ELEVADOR DA GLÓRIA E ARDINA

Construído pelo engenheiro português Raoul Mesnier De Ponsard, foi inaugurado em 24 de Outubro de 1885, constituindo-se no segundo do género implantado na cidade por iniciativa da Nova Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa. O sistema de tração original era de cremalheira e cabo equilibrado por contrapeso de água, passando mais tarde a ser a vapor. Em setembro de 1915 passou a ser movido por electricidade. Até finais do século XIX, durante as viagens noturnas a iluminação dentro da cabine era feita com velas. Nesta pintura da minha autoria inclui, igualmente, o ardina, a figura típica dos vendedores de jornais, quando a maioria deles se situava no Bairro Alto e a corrida de dezenas deles, de sacolas às costa se fazia pela rampa do Elevador da Glória. Obra em acrílico sobre tela. 

 O Elevador da Glória e o ardina, dois ícones de Lisboa


quinta-feira, 23 de janeiro de 2025

QUIOSQUE DE LISBOA e TÁXI CITROEN DS 21

Na Lisboa dos anos 60 eram comuns os quiosques que vendiam desde jornais a rebuçados, de cigarros a "ginginhas com elas", um copo de tinto ou um chupa-chupa. Este quiosque concretamente situava-se no Príncipe Real, rodeado por um Táxi Citroen DS21 "Boca de Sapo" e um eléctrico da Carris. Pintura em acrílico sobre tela. 50 cms x 40 cms. 

Quiosque de Lisboa, Eléctrico e táxi Citroen DS 21 

domingo, 19 de janeiro de 2025

AUTOCARRO de UM PISO em LISBOA 60's

 1872 - O Início A CARRIS como empresa foi fundada em 18 de setembro de 1872 (como 'Companhia Carris de Ferro de Lisboa') no Rio de Janeiro e  expandiu-se em relação ao crescimento de Lisboa. Ao longo dos anos, tem fornecido serviços para atender às necessidades da população. Em 17 de novembro de 1873, inaugurou a primeira linha de carro de muls entre o Norte e o Leste (Santa Apolónia) e o extremo oeste do Aterro da Boa Vista (Santos). A instalação foi chamada de 'Carro Americano', os carros foram comprados de John Stephenson de Nova York. Um grande depósito e estábulos foram construídos em Santo Amaro em 1875 no local de um orfanato. Em 1888, a empresa recebeu uma concessão exclusiva do carro elétrico de 99 anos para a cidade. Uma nova empresa, 'Lisbon Electric Tramways Ltd', foi incorporada em Londres em julho de 1899 para fornecer o capital necessário. A empresa foi registrada em 4 London Wall Buildings, Blomfield Street, Londres EC2.
Mais tarde, no final nos anos 50 apareceram os autocarros ingleses AEC Regent, de um ou dois pisos e porta aberta. Pintura em acrílico sobre tela (50cmsx40) da autoria de António Santos Costa. 


AEC REGENT, da CARRIS, de um piso. 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

A SÉ DE LISBOA

 A Sé de Lisboa é um dos grandes ex-libris da cidade, sendo ainda um dos mais importantes monumentos em todo o país, não só pelo seu inestimável valor histórico, como pelo seu caráter religioso e até mesmo artístico. A construção da Sé de Lisboa teve início por volta de 1147, quando o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, reconquistou estas terras aos mouros. Foi edificada sob uma mesquita muçulmana onde antes, segundo escavações arqueológicas, era um templo cristão dos germanos visigodos. O primeiro arquiteto da obra foi o Mestre Roberto, um francês que também trabalhou na Sé de Coimbra e no Mosteiro de Santa Cruz. Foi também nesta altura que D. Afonso Henriques mandou regressar do Algarve as relíquias do mártir São Vicente de Saragoça, que agora estão depositadas na Sé.


A Sé de Lisboa e o eléctrico da Carris

quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

PRAÇA DOS RESTAURADORES - LISBOA 60´s

 Situada no extremo sul da Avenida da liberdade, a Praça dos Restauradores é considerada o ponto de partida da expansão da cidade para norte, afastado o seu rumo da margem do Rio Tejo.Uma das áreas mais movimentadas da cidade, ligando a Baixa Pombalina à Praça Marquês de Pombal, tem como símbolo um monumento em forma de Obelisco, erigido em 1886, que comemora a restauração de 1640 da Independência de Portugal de Espanha. No pedestal deste monumento encontram-se duas figuras de bronze, representando a Vitória e a Liberdade. O ponto forte desta praça é, indubitavelmente, a arquitectura, com diversos edifícios que a circundam característicos e históricos, como o Palácio Foz (actual Posto de Turismo), o Orion Eden Hotel (antigo cinema Eden), o pequeno coreto, o elegante Avenida Palace Hotel, entre muitos outros, que traduzem a esta Praça um charme especial que herdou desde o século XIX, quando era passagem obrigatória nos distintos passeios burgueses. N, a pintura da minha autoria, três ícones de Lisboa, o Eléctrico da Carris, e o autocarro AEC Regent, de apenas um piso. O extinto polícia sinaleiro regula o trânsito caótico na capital, nos anos 60. 

A Praça dos Restauradores nos anos 60 do século XX

quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

ELEVADOR DA BICA - LISBOA 60's

 Elevador da Bica. O funicular projectado por Raoul Mesnier em 1892 liga a Rua São Paulo ao Largo do Calhariz — em outras palavras, o Cais do Sodré ao Bairro Alto. Nesse trajeto de cerca de 200 metros sobe (ou desce) um desnível de quase 50 metros. Pintura em acrílico sobre tela, Medidas: 40 cms x 50 cms. 


Elevador na Bica 

terça-feira, 14 de janeiro de 2025

 Uma zona nobre da cidade de Lisboa, infelizmente decepada do histórico cinema Monumental, numa altura em que exisitia a febre de construção de escritórios. Esta minha pintura, em acrílico sobre tela, de 35 cms x 25 cms, reproduz a fachada do Cinema Monumental com um cartaz alusivo ao filme Ben-Hur. Nas suas imediações, os transportes públicos de Lisboa dos anos 60, um autocarro AEC Regent de um andar e um eléctroco, ambos ao serviço da Carris. 


A Praça do Saldanha e o cinema Monumental na Lisboa dos anos 60 do século XX

segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

O "CHARUTO" EM FRENTE AOS JERÓNIMOS

 Como qualquer grande cidade europeia, Lisboa também tem os seus pontos de referência, os seus lugares mais turísticos, sítios que toda a gente conhece.Mas a nossa cidade tem outros ícones que a destacam, que poucas cidades se podem orgulhar. Estamos a falar, por exemplo, dos nossos queridos “amarelinhos”, dos elétricos de Lisboa. Este é o famoso "Charuto", um eléctrico XXL que fazia a carreira Cruz-Quebrada-Xabregas. Aqui, na minha pintura, a passar em frente do Mosteiro dos Jerónimos. Medidas: 35 cms x 25 cms.

O célebre "Charuto" da Cruz-Quebrada para Xabregas.

domingo, 12 de janeiro de 2025

PONTE SOBRE O TEJO E AUTOCARRO - LISBOA '60

 A  Ponte Salazar passou a designar-se Ponte 25 de Abril após essa data. Decorria o ano de 1953 quando o Ministério das Obras Públicas constituiu uma comissão com o objectivo de estudar a viabilidade técnica e financeira da construção de uma ponte sobre o Rio Tejo em Lisboa. A 27 de Abril de 1959 foi aberto um concurso público para a construção de uma ponte entre Alcântara e Almada, provida na parte superior de um tabuleiro para a circulação rodoviária e na parte inferior de um outro para a circulação ferroviária. Mais tarde, as autoridades portuguesas decidiram que a Ponte fosse inicialmente construída apenas para a circulação rodoviária sendo no entanto preparada para numa segunda fase ser instalado o tabuleiro ferroviário.Em 1962 foi efectuada a adjudicação definitiva da obra com a empresa líder do Consórcio, a United States Steel International (New York), Inc. Iniciaram-se assim os trabalhos de construção da Ponte e acessos rodoviários a 5 de Novembro desse mesmo ano. O projecto da ponte Suspensa foi da autoria do Gabinete de Engenharia de Nova Iorque, Steinman, Boynton, Gronquist&London com intervenção do Gabinete da Ponte sobre o Tejo e Laboratório Nacional de Engenharia Civil. Foi inaugura em Agosto de 1966. 
Em primeiro plano, um autocarro da Carris, nos anos 70, a passar na estrada à beira do Rio Tejo, em Lisboa. Trata-se de um AEC Regent de porta aberta, dois andares e uma escada em caracol. 
Pintura em acrílico sobre tela: 50 cms x 40 cms. 


Autocarro da Carris em frente à Ponte Sobre o Tejo com o Cristo-Rei em fundo.



AUTOCARRO "AEC REGENT" NA PONTE SOBRE O TEJO

Um autocarro de dois pisos AEC Regent a atravessar na Ponte Sobre o Tejo, pouco depois da sua inauguação em Agosto de 1966. Com mau tempo e,...