domingo, 11 de maio de 2025

AUTOCARRO "AEC REGENT" NA PONTE SOBRE O TEJO

Um autocarro de dois pisos AEC Regent a atravessar na Ponte Sobre o Tejo, pouco depois da sua inauguação em Agosto de 1966. Com mau tempo e, sobretudo, vento a carreira era supensa. Pintura em aceílico sobre tela 80 cms x 60 cms. 


Autocarro AEC Regent anos 60

quarta-feira, 2 de abril de 2025

ELÉCTRICO DE LISBOA 60`s

 Os chamados "eléctricos" começaram a circular em Lisboa em 1901. No seu auge, a Carris chegou a dispor de 400 carros sobre carris ou "linhas", mas este modelo só circula actualmente nas ruas mais estreitas e turísticas de Lisboa. Pintura em acrílico sobre tela. 80 cms x 60 cms. 

O famoso modelo 802

segunda-feira, 10 de março de 2025

ELÉCTRICO, TÁXI na CALÇADA DE S. FRANCISCO - LISBOA 60´s

A Calçada de São Francisco, em Lisboa, que liga a Rua da Conceição ao Largo do Chiado, em Lisboa, é um dos locais mais típicos e complicados da capital para os transportes públicos. O eléctrico tem de fazer uma curva larga para entrar na Rua António Maria Cardoso e os táxis tinhm de puxar pelos seus motores diesel para chegar lá em cima, nomeadamente os Mercedes-Benz 180D.




Descida e subida da Calçada de S.Francisco

 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

PADRÃO DOS DESCOBRIMENTOS - LISBOA


 Da autoria do arquiteto Cottinelli Telmo (1897 – 1948) e do escultor Leopoldo de Almeida (1898 – 1975), o Padrão dos Descobrimentos foi erguido pela primeira vez em 1940, de forma efémera e integrado na Exposição do Mundo Português. Construído em materiais perecíveis, possuía uma leve estrutura de ferro e cimento, sendo a composição escultórica moldada em estafe (mistura de espécies de gesso e estopa, consolidada por armação ou gradeamento de madeira ou ferro).

Em 1960, por ocasião das comemorações dos 500 anos da morte do Infante D. Henrique, o Padrão é reconstruído em betão e cantaria de pedra rosal de Leiria, e as esculturas em cantaria de calcário de Sintra. Em 1985 é inaugurado como Centro Cultural das Descobertas. O arquitecto Fernando Ramalho remodelou o interior, dotando o Padrão de um miradouro, auditório e salas de exposições.

Uma caravela estilizada faz-se ao mar, levando à proa o Infante D. Henrique e alguns dos protagonistas (32) da expansão ultramarina e da cultura da época, navegadores, cartógrafos, guerreiros, evangelizadores, cronistas e artistas, são retratados com os símbolos que os individualizam.

Um mastro estilizado, com orientação Norte – Sul, tem em cada uma das faces dois escudos portugueses, com cinco quinas, envolvidos por faixa com 12 castelos e ao centro várias flores-de-lis. Adossadas ao mastro, três estruturas triangulares, curvas, dão a ilusão de velas enfunadas pelo vento.

A face norte é formada por dois gigantes de cantaria, onde se veem inscrições em letras metálicas:

No lado esquerdo, sobre uma âncora:Ao Infante D. Henrique e aos portugueses que se fizeram ao mar. 

No lado oposto, sobre uma coroa de louros: No V centenário do Infante. 

Ao centro um lanço de nove degraus dá acesso a um átrio com vista para toda a zona que circunda o Padrão. Um segundo lanço de cinco escadas, um portal com arco de volta perfeita e uma moldura formada pelas aduelas, dá acesso ao interior do monumento.

O Monumento é ladeado por duas esferas armilares em metal, sobre duas plataformas paralelepipédicas.

Características técnicas:

Altura – 56m; Largura – 20m; Comprimento – 46m; Fundações – 20m
Figura central (Infante) – 9m Figuras laterais (32) – 7m

terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

FONTE LUMINOSA nos RESTAURADORES

 



A imagem mostra uma obra de arte abstrata e colorida, que parece representar uma fonte luminosa. Ela é composta por formas orgânicas e fluidas, com uma predominância de cores vibrantes como verde, azul, vermelho e amarelo. A composição cria um efeito dinâmico e enérgico, sugerindo movimento e energia. Não é possível identificar nenhuma figura humana na imagem. O foco está na representação artística da fonte luminosa, com suas cores e formas expressivas. - Comentário da Inteligência Artificial

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025

SINALEIRO NOS RESTAURADORES - Lisboa 60´s

 Polícia sinaleiro na Praça dos Restauradores, Lisboa, no tempo em que os eléctricos para Benfica e para o Jardim Zoológico passava por aquela artéria. Além do (ainda) famoso eléctrico amarelo, está um autocarro AEC Regent, de apenas um piso, ao serviço da Carris. Pintura em acrílico sobre tela. Medidas: 50 cms x 40 cms. 


Polícia sinaleiro nos Restauradores

terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

ELEVADOR DO LAVRA, VARINA, POLÍCIA E O GATO

 O Elevador do Lavra, também conhecido como Ascensor do Lavra, é um dos mais antigos e icônicos elevadores de Lisboa, Portugal. Inaugurado em 19 de abril de 1884, foi o primeiro elevador público da cidade e continua em funcionamento até hoje, sendo um meio de transporte prático e uma atracção turística. Tipo: Elevador de tração funicular.Percurso: Liga a Rua Câmara Pestana (na Baixa) à Largo da Anunciada (no Bairro Alto), percorrendo uma distância de cerca de 188 metrosDesnível: Supera uma inclinação acentuada, típica das colinas de Lisboa. Capacidade: Transporta passageiros em vagões de madeira com capacidade para cerca de 40 pessoas. Foi projetado pelo engenheiro Raoul Mesnier du Ponsard, o mesmo responsável por outros elevadores famosos de Lisboa, como o Elevador de Santa Justa. Originalmente movido a vapor, foi eletrificado em 1915É considerado um Monumento de Interesse Público desde 2002. Opera diariamente, com horários que variam conforme a época do ano.É gerido pela Carris, a empresa de transportes públicos de Lisboa. O Elevador do Lavra é menos conhecido que o Elevador de Santa Justa, mas é igualmente charmoso e autêntico. Oferece uma vista pitoresca das ruas estreitas e íngremes de Lisboa, além de ser uma forma prática de evitar subidas cansativas.

Também de pode observar na pintura de Tosaco (Tozé Santos Costa), a figura da varina, cujo pregão "há carapau fresquinho" ecoava pela cidade. A acompanhá-la, o guadar da PSP e, obviamente, o gato à espera do carapau. 


O gato à espera do seu carapau, indiferente ao elevador do Lavra. 


DeepSeek V3

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

ELÉCTRICO, ENGRAXADOR e "CÉGUINHO" DA CONCERTINA

 A figura do engraxador já teve mais relevância do que hoje, com a sua caixa de trabalho repleta de graxas, escovas e panos e às vezes com um banco para algum cliente menos equlibrista para aguentar uns tantos minutos só com um pé no chão e perna dobrada como um flamingo. Os engraxadores ocupavam sítios estratégicos, como os Restauradores, o Chiado, o Cais do Sodré, ou eram nómadas de esplanada em esplanada à espera de um cliente que desse brilho ao calçado enquando lia o jornal e tomava a bica. Não raras vezes, havia os célebres "céguinhos" de concertina nas mãos, dando música a transeuntes apressados e esperando que uma bem-vinda moeda entrasse no seu mealheiro. Pintura em acrílico sobre tela. 50 cms x 40 cms. 

Engraxador, "ceguinho" e o tradicional eléctrico em pano de fundo.


domingo, 9 de fevereiro de 2025

CASTELO, AUTOCARRO, MARCO CORREIO, CABINE TELEFÓNICA

 Vários ícones de Lisboa reunidos numa sõ pintura. O imponente Castelo de S. Jorge, conquistado aos Moutros em 1147, o incomparável autocarro AEC Regent, dois pisos, de 1950, o marco do correio tão característico, de cor vermelha vivo para se descortinar nos dias mais sombrios e a cabina telefónica, onde tão encontros e desencontros, boas e más notícias, foram dadas ou recebidas. Pintura em acrílico sobre tela 50 cms x 40 cms. 

Lisboa movimentada nos anos 60

sábado, 8 de fevereiro de 2025

PARQUE EDUARDO VII e o MARQUÊS de POMBAL

 O parque central de Lisboa foi assim designado como uma homenagem ao monarca inglês Edward VII, que visitou Lisboa em 1903, cinco séculos após a Aliança Anglo-Portuguesa. Está construído sobre uma das colinas da cidade e proporciona uma vista espectacular do seu topo . É composto por sebes simétricas de buxo e uma variedade de plantas, a maioria delas provenentes da Estufa Fria e climatizada na década de 1930, que está replecta deespécies exóticas de climas tropicais. Esta estufa é um dos espaços verdes mais importantes de Lisboa, considerado um autêntico museu vivo, com seus pequenos lagos e cascatas, estátuas e centenas de espécies de plantas. Ao fundo deste "pano" verde encontra-se o Marquês de Pombal. centro de uma rotuda que distribui as principais vias pela cidade. Pintura em acrílico sobre tela. 50 cms x 40 cms. 


Parque Eduardo VII e o Marquês de Pombal

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

ELEVADOR da GLÓRIA da BAIXA ao BAIRRO ALTO

 O Elevador da Glória é um famoso elevador localizado em Lisboa, Portugal. Inaugurado em 1885, liga a parte baixa da cidade, à colina do do Bairro Alto. É um exemplo icónico da arquitetura estrutural de ascensores do século XIX em Lisboa e foi projectado para ajudar a facilitar o transporte de pessoas e mercadorias em um terreno acidentado. Originalmente foi projetado como um sistema de tração a vapor, mas atualmente utiliza tecnologia elétrica.

Chegada ao Bairro Alto do Elevador da Glória

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025

TÁXI MERCEDES-BENZ 180 D em LISBOA 60's

 O Mercedes Matateu um símbolo de Lisboa Mercedes Benz 180 D 1961. Até 1942, os táxis não se distinguiam exteriormente dos restantes automóveis. Através da portaria n.º 10 273 de 3 de dezembro de 1942, ficou estabelecido que os táxis e os restantes automóveis de aluguer passariam a ostentar um distintivo identificativo exterior, que seria pintado nas portas laterais dianteiras. Este distintivo consistia num hexágono alongado de fundo branco com as letras na cor da pintura do carro. No caso dos táxis, o distintivo dispunha da inscrição "taxi" e no caso dos restantes automóveis de aluguer dispunha da inscrição "A". Este distintivo hexagonal tornou-se no símbolo mais característicos dos táxis portugueses.Em 1961, data a primeira portaria acerca da pintura dos carros de praça portugueses, que estabelece o preto (parte de baixo) e verde-mar (parte de cima) explicando a escolha por ser de fácil identificação". Pintura em acrílico sobre tela 40 cms x 50 cms. 

Táxi Mercedes-Benz 180 D no Marquês de Pombal
 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

OS ELÉCTRICOS DE LISBOA

 Os primeiros "eléctricos" começaram a operar em Lisboa em 1873. O sistema evoluiu ao longo das décadas, adaptando-se às mudanças na cidade. Os "eléctricos" são geralmente de cor amarela e têm um design vintage que remete a uma época passada. O "28"" em particular, é famoso por passar por muitos pontos turísticos, tal como o "12" e o "24". Pintura em acrílico sobre tela 50 cms x 40 cms. 


O "Eléctrico" do Carmo para a Praça do Chile.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

POLÍCIA SINALEIRO, VW, CITROEN e ELÉCTRICO

 A figura do polícia sinaleiro era emblemática na cidade de Lisboa. O controlo do trânsito era quase da exclusividade destes agentes da autoridade, antes de surgirem os semáforos. Um dos polícias mais exibicionistas a dominar as viaturas posiciona-se no Chiado e era mesmo uma atracção pública e turística. Pintura em acrílico sobre  tela. 50cms x 40 cms. 

                                                  

Eléctrico, Volkaswagen Carocha e Citroen 2 Cvs regulados pelo polícia sinaleiro. 

domingo, 2 de fevereiro de 2025

ELEVADOR DA BICA SOBE E DESCE DESDE 1892

 O Ascensor da Bica foi inaugurado em 28 de junho de 1892 e é um dos mais antigos elevadores de Lisboa. Projetado pelo engenheiro Eugénio dos Santos, é um exemplo típico dos elevadores da cidade de Lisboa, que utilizam um sistema de tração por corda. A construção começou em 1890 e, após sua inauguração, rapidamente tornou-se um meio popular de transporte entre a parte baixa da cidade e a área mais alta, facilitando o acesso ao bairro do Bairro Alto. O elevador conta com uma inclinação de 28 graus e é conhecido pelas suas armações de madeira, que têm um estilo pitoresco, além de uma estrutura metálica colorida, que o torna um dos marcos visuais da cidade. Pintura em acrílico sobre tela. 50cms x 40 cms. 


O ascensor da Bica e o cauteleiro

sábado, 1 de fevereiro de 2025

AUTOCARRO 39 e CASTELO SÃO JORGE

O histórico Castelo de Sâo Jorge, sobranceiro à cidade de Lisboa, e o autocarro AEC Regent, duplo piso, da Carris, da carreira Moscavide-São Bento. Pintura em acrílico sobre tela. Medidas: 50 cms x 40 cms. 

Autocarro AEC Regent, dois andares, da carreira Moscavide-São Bento

quinta-feira, 30 de janeiro de 2025

FIGURAS TÍPICAS NA PRAÇA DO COMÉRCIO

 Praça do Comércio, em Lisboa, nos anos 60. No parque de estacionamento podem admirar-se figuras típicas daquela época. O Volkswagen Carocha da PSP, o célebre "creme Nivea, o táxi Mercedes 180D, a lambreta de caixa fechada dos CTT, a lavadeira de Caneças, o amolador e o vendedor de gelados Olá. Mais atrás, perto do Arco da Rua Augusta, o autocarro AEC Regent.da Carris, de dois andares, e o eléctrico em forma de caixote com atrelado. Pintura em acrílico 50 cms x 40 cms.

A Praça do Comércio e ícones de Lisboa nos anos 60

quarta-feira, 29 de janeiro de 2025

RUA do ALECRIM, em LISBOA, ANOS 60

 Em meados do século XVIII, a iluminação nocturna nas principais cidades europeias  era já uma realidade, alumiando-se Paris a partir de 1765. Só passados quinze anos, e por especial empenho de Pina Manique, intendente geral da Polícia, Lisboa seguiria, finalmente, o exemplo quando no dia 17 de Dezembro de 1780, por ocasião do aniversário da rainha D. Maria I, as principais ruas da capital foram iluminadas com 774 candeeiros de azeite – no Rossio, rua Augusta, praça dos Leilões, rua Direita do Arsenal, praça do Sodré, Ribeira Nova, praça de S.Paulo, rua Direita dos Remolares e rua Nova del Rei.O sistema de iluminação era operado por um grupo de cem homens que apenas acendiam os lampiões nas 17 noites mais escuras do mês. O azeite provinha da contribuição mensal dos moradores, que consistia num quartilho de azeite doce de qualidade inferior, e também do produto das oliveiras que para esse efeito foram plantadas nas bermas da estrada real e em caminhos do termo de Lisboa. Pintura de candeeiro típico de Lisboa, nos anos 60 do século XX, na Rua do Alecrim. Acrílico sobre tela 50 cms x 40 cms. 


Candeeiro típico de Lisboa, na Rua do Alecrim, nos anos 60. 

terça-feira, 28 de janeiro de 2025

JARDIM PRÍNCIPE REAL - LISBOA 60`s

 O Jardim França Borges, assim designado em homenagem ao jornalista republicano do mesmo nome, é também conhecido por Jardim do Príncipe Real.Inspirado no modelo romântico inglês, é de destacar o monumental e secular "cedro-do-Buçaco", ex-libris do jardim com mais de 20 metros, e os palacetes envolventes, testemunhos da Lisboa romântica do séc. XIX. É também desta época o Reservatório da Patriarcal  construído no seu subsolo, pertencente ao Museu da Água da EPAL. Pintura em acrílico sobre tela: 50 cms x 40 cms. 

Jardim do Príncepe Real e os transportes públicos

segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

PRAÇA DO COMÉRCIO- LISBOA ANOS 60's

 Obra de referência da reconstrução pombalina, delineada no plano de Eugénio dos Santos e Carlos Mardel, veio dar continuidade ao primitivo Terreiro do Paço, que, à época dos Descobrimentos (séculos XV e XVI), era o centro da vida dos lisboetas e a principal saída da cidade para o mar. Pintura em acrílico sobre tela. 50 cms x 40 cms. 


A Praça do Comércio e os transportes públicos dos anos 60 em Lisboa

AUTOCARRO "AEC REGENT" NA PONTE SOBRE O TEJO

Um autocarro de dois pisos AEC Regent a atravessar na Ponte Sobre o Tejo, pouco depois da sua inauguação em Agosto de 1966. Com mau tempo e,...